FRAUDES NA SEDUC Empresário alega ter sido envolvido pelo genro – Siga

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O proprietário da Construtora Panamericana, Esper Haddad Neto, acaba de chegar na sede do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), onde será interrogado junto a mais dois empresários, José Adalberto Sguarezi, Éder Alberto Francisco Mesciano, e o engenheiro, André Luiz Schuring.

Os depoimentos se referem às investigações deflagradas pela operação “Locus Delicti”, desdobramento da Operação Rêmora, que resultou na prisão do ex-secretário de Educação do atual governo, Permínio Pinto (PSDB).

As duas operações apuram esquema de fraudes em licitações de obras da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc), cujo valor chega a R$ 56 milhões.

Acompanhe aqui as principais informações

16h47 – Empresário Éder Mesciano acompanhado de dois advogados deixam o Gaeco sem falar com a imprensa. José Adalberto Saquerezi e André Luiz Schuring não chegaram ao local.

16h11 – Estão previstos para hoje no Gaeco os depoimentos de José Adalberto Sguarezi e do engenheiro do Crea/MT, André Luiz Schuring.

João Vieira

Éder Alberto Francisco Mesciano inicia depoimento

16h00 – Chega ao Gaeco para depor o segundo empresário. Éder Alberto Francisco Mesciano também é réu nas ações da Operação Rêmora.

15h45 – Empresário Esper Haddad deixa o Gaeco. Advogado Bruno Alegria esclarece que, mesmo sendo réu nas ações originárias da Operação Rêmora, hoje ele foi ouvido por promotores na condição de colaborador.

Empresário é o proprietário do escritório localizado no Edifício Avant Garden Business, onde a organização criminosa se reunia para deliberações e acerto de contas.

Esper se declara inocente e alega ter sido envolvido por ser sogro do empresário Giovani Guizardi, dono da Construtora Dínamo, e acusado de cobrar propina para “facilitar” a liberação de valores referentes por parte da Seduc.

 

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