Posto de combustível de Aldo Locatteli seria usado para “ato ilegal”
DOUGLAS TRIELLI
DA REDAÇÃO
DA REDAÇÃO
A coligação “Amor a Nossa Gente”, liderada pelo candidato a governador Lúdio Cabral (PT), anunciou que vai protocolar, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), pedido de cassação do candidato Pedro Taques (PDT).
O petista acusa o pedetista de ter cometido os crimes de abuso de poder econômico e de compra de votos, por distribuir comida, bebida e combustível para eleitores no Distrito Industrial, em Cuiabá, na noite de quarta-feira (17).
Além de Taques, a coligação também pede a cassação da blogueira Adriana Vandoni (PDT), candidata a deputada estadual.
De acordo com a assessoria de Lúdio, o flagrante foi feito por assessores jurídicos da coligação e um oficial de Justiça, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão para retirar propaganda irregular em um dos postos de combustível do empresário Aldo Locatteli.
Segundo a denúncia, no local haveria a distribuição de comida, bebida, combustível, adesivos, placas e banners para os presentes no pátio do posto.
O oficial de Justiça determinou que o empresário Aldo Locatelli retirasse os adesivos dos caminhões e do posto.
“Algumas das 200 pessoas que participavam do evento confirmaram, sem se identificar, que a distribuição de bebida, comida, combustível e material de campanha era comum nas noites de quartas-feiras, o que convencionou-se chamar entre os funcionários de Locatteli como ‘quarta-feira pobre’”, disseram, em nota, assessores de Lúdio Cabral.
O advogado José Patrocínio, integrante da banca jurídica de Lúdio, se disse “surpreso” com dimensão e a diversidade do ato, que, segundo ele, fere a legislação eleitoral.
“A própria exploração da marca comercial dos postos de combustível, utilizando uma frota de mais de 3 mil caminhões que transportam combustível propagando a candidatura do senador Pedro Taques, representa uma verdadeira afronta aos princípios da moralidade e igualdade, desequilibrando o pleito eleitoral”, disse Patrocínio.
Outro lado
O advogado João Bosco, que faz a defesa de Pedro Taques, afirmou que eles não irão comentar uma ação que ainda não foi proposta à Justiça Eleitoral.
“Para nós, da coordenaria jurídica de Taques, isso mais parece uma armação. Além disso, não temos como nos posicionarmos a cerca de uma ação que sequer foi proposta, e nem sabemos se será”, disse.
O petista acusa o pedetista de ter cometido os crimes de abuso de poder econômico e de compra de votos, por distribuir comida, bebida e combustível para eleitores no Distrito Industrial, em Cuiabá, na noite de quarta-feira (17).
Além de Taques, a coligação também pede a cassação da blogueira Adriana Vandoni (PDT), candidata a deputada estadual.
De acordo com a assessoria de Lúdio, o flagrante foi feito por assessores jurídicos da coligação e um oficial de Justiça, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão para retirar propaganda irregular em um dos postos de combustível do empresário Aldo Locatteli.
Segundo a denúncia, no local haveria a distribuição de comida, bebida, combustível, adesivos, placas e banners para os presentes no pátio do posto.
O oficial de Justiça determinou que o empresário Aldo Locatelli retirasse os adesivos dos caminhões e do posto.
“Algumas das 200 pessoas que participavam do evento confirmaram, sem se identificar, que a distribuição de bebida, comida, combustível e material de campanha era comum nas noites de quartas-feiras, o que convencionou-se chamar entre os funcionários de Locatteli como ‘quarta-feira pobre’”, disseram, em nota, assessores de Lúdio Cabral.
O advogado José Patrocínio, integrante da banca jurídica de Lúdio, se disse “surpreso” com dimensão e a diversidade do ato, que, segundo ele, fere a legislação eleitoral.
“A própria exploração da marca comercial dos postos de combustível, utilizando uma frota de mais de 3 mil caminhões que transportam combustível propagando a candidatura do senador Pedro Taques, representa uma verdadeira afronta aos princípios da moralidade e igualdade, desequilibrando o pleito eleitoral”, disse Patrocínio.
Outro lado
O advogado João Bosco, que faz a defesa de Pedro Taques, afirmou que eles não irão comentar uma ação que ainda não foi proposta à Justiça Eleitoral.
“Para nós, da coordenaria jurídica de Taques, isso mais parece uma armação. Além disso, não temos como nos posicionarmos a cerca de uma ação que sequer foi proposta, e nem sabemos se será”, disse.
