Greve da UFMT completa 100 dias

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Jéssica Moreira/GD


Os servidores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) completam nesta segunda-feira (7) 100 dias de greve sem avanços nas negociações. Na pauta de reivindicações da categoria estão reajuste salarial de 27%, autonomia das decisões das universidades federais e a reestruturação da carreira.

O governo federal ofereceu 21% de aumento dividido em quatro anos, mas a proposta foi rejeitada. A paralisação segue por tempo indeterminado. Com a greve, cerca de 20 mil alunos estão sem aula nos campi da UFMT em Sinop, Barra do Garças, Cuiabá e Rondonópolis. 

Na última quinta-feira (3) foi realizada uma reunião em Brasília com o Ministério da Educação (MEC), onde os docentes ouviram falas como a de que o governo reconhece que os cortes na educação irá afetar algumas universidades federais.

A maior greve na história da UFMT foi registrada em 2012, quando os professores ficaram 126 dias parados em busca de um aumento salarial.

Para saber sobre novos encaminhamentos a partir dos 100 dias de paralisação, a equipe do GD entrou em contato com a assessoria de imprensa da UFMT, porém até a publicação desta matéria não obteve retorno. 
 

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