Escolas recebem orientação devido à baixa umidade do ar

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Nos últimos dias, Mato Grosso voltou a registrar, em várias cidades, temperaturas acima de 37º e umidade relativa do ar de até 12%, percentual suficiente para que as autoridades decretem estado de emergência. É nesse cenário, que a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) reforça uma série de orientações às escolas devido à baixa umidade do ar e incidência das altas temperaturas, aliadas às queimadas e à falta de chuvas.

Nos últimos dias, conforme o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe), a umidade relativa do ar em Mato Grosso variou entre 18%, 12% e até 10%, enquanto o aceitável varia entre 60% e 30% e abaixo de 20% é considerada “situação de alerta” pela Organização Mundial de Saúde (OMS). 

Para evitar prejuízos à carga horário do aluno, durante o ano letivo, já que não se trata de fenômeno atípico ao Estado, a Superintendência de Educação Básica, da Seduc, solicitou que os gestores das escolas adotem alguma medidas a exemplo de oferecer uma alimentação escolar mais leve na merenda e que os alunos possam ter em salas de aulas garrafas com água.

Também foi recomendado que a merenda escolar tenha suco acompanhado e a suspensão de aulas que requeiram esforço físico, seja na recreação ou de educação física. A recomendação é que o professor substitua as atividades por jogos de mesas e pesquisa, entre outras. Outra orientação é para os estudantes tomem cuidados também em suas residências, umedecendo o ambiente de dormir. São medidas que podem diminuir riscos de doenças respiratórias e sangramento do nariz.

Foram recomendados aos alunos o uso de roupas leves, protetor solar ou bonés. Apesar do clima seco, a Superintendência reforça que as escolas não estão autorizadas a reduzir a carga horária. Portanto, a escola ainda deve promover estudos e pesquisas sobre o assunto.

Alerta –  Na última quinta-feira (13) as previsões do Inmet apontavam que a umidade relativa do ar poderia chegar a 10%. O órgão até emitiu um alerta de perigo uma vez que a massa de ar seco, que cobria todo Mato Grosso e atingia parte dos de Goiás, Tocantins e Rondônia, era semelhante ao clima de deserto.

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