A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou provimento a recurso especial na qual a União queria, novamente. o bloquear os bens do “comendador” João Arcanjo Ribeiro, considerado o ex-chefe do crime organizado em Mato Grosso e que se encontra preso em Campo Grande (MS).
Os bens de Arcanjo estão sob administração de um procurador instituído por ele, no caso o genro Giovanni Zem, sob supervisão da Justiça Federal.
A indisponibilidade dos bens de Arcanjo em favor da União ocorreu 8 meses após a prisão no Uruguai, em 11 de abril de 2003. Dentre os bens arrestados estava a estância 21, em Cuiabá; o Hotel Crowe Plaza Universal, nos Estados Unidos; e um jato. A defesa de Arcanjo conseguiu reverter a decisão no Tribunal Regional Federal (TRF) e a União recorreu ao STJ, mas sofreu um duro revés.
Os demais bens do Grupo João Arcanjo Ribeiro (JAR) mais conhecidos, como o Rondon Plaza Shopping, Hotel Colibri, em Tangará da Serra, e a Fazenda São João, nunca chegaram a ser arrestados pela Justiça Federal.
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