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Perda de mando de campos e pontos ganhos fora de campo: tapetão invade eliminatórias

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Multas por mau comportamento da torcida e atraso nas partidas, perda de mando de campo, busca de pontos perdidos no campo por escalação irregular de jogador. As eliminatórias sul-americanas para a Copa de 2018 vivem dias típicos do pior do tapetão do futebol brasileiro.

No início da semana, a Fifa lançou multas contra vários países da região por gritos homofóbicos nos jogos do qualificatório para o Mundial. Na lista, estavam Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Peru.

Só a CBF terá que pagar o equivalente a R$ 65 mil. A entidade ainda terá que desembolsar pouco mais de R$ 10 mil por demorar para voltar do intervalo no confronto contra o Equador, já com Tite, no mês passado.

O preconceito fez também o Chile, reincidente no caso, tomar outra punição típica dos gramados brasileiros. A Fifa proibiu a seleção de jogar, em março de 2017, contra a Venezuela no estádio Nacional, sua casa tradicional em Santiago.

Mas o que mais assemelha as eliminatórias ao que acontece no tapetão é a tentativa da mesma seleção chilena de ganhar no “tribunal” pontos que não teve competência para ganhar em campo.

Após empatar em casa com a Bolívia, a federação chilena alega que o rival escalou de forma irregular o zagueiro Cabrera, que nasceu no Paraguai. O Chile alega que ele não cumpriu exigências do estatuto da Fifa para jogadores naturalizados.

E, para completar, o típico estilo tapetão, a Bolívia nem se defende afirmando que a situação do jogador era legal. Sua defesa será baseada no fato que o Chile, pelo regulamento, só poderia pedir a impugnação da partida uma hora após o seu fim, e fez isso só semanas depois.

O Peru, que perdeu para a Bolívia também com Cabrera em campo, também estuada pedir os pontos do jogo.

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