Stábile vê só ‘ilações’ em lugar de provas

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O presidente do Grupo Gazeta de Comunicação, jornalista João Dorileo Leal, ao tornar conhecimento da ação civil pública proposta pelo Ministério Público em que aparecem ele e o jornal A Gazeta, defendeu rigorosa apuração dos fatos apontados sobre supostas fraudes ocorridas na contratação de serviços gráficos pela Assembleia Legislativa.

“A Gazeta defende a atuação do Ministério Público no combate à corrupção. Não compactuamos com malfeitos. Se ficarem comprovadas ilegalidades, que os responsáveis sejam exemplarmente punidos”, afirmou Dorileo.

O empresário confirmou ter participado de uma licitação e executado o serviço conforme o contratado. “Por esta razão estamos absolutamente tranquilos. Não há qualquer temor em relação a esta ação”, ressaltou o presidente do Grupo Gazeta, que atua há 25 anos no segmento gráfico.

Já o advogado do Grupo Gazeta de Comunicação, Cláudio Stábile, disse ter lido a petição inicial e constatado que o MP não apresentou nenhuma prova de irregularidades nos serviços gráficos prestados pelo jornal A Gazeta.

O que vi na petição são ilações, meras suposições daqueles que assinam a peça sem observar que o jornal apresentou provas no inquérito policial que demonstram cabalmente a correta execução dos serviços questionados e a regular distribuição do material impresso”, completou.

 

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